Pois metade de mim é amor
E a outra metade quer dar
na cara da metade que só ama...
ora!
Pensamentos Efêmeros - Agora sim. Agora não.
domingo, 3 de novembro de 2013
segunda-feira, 25 de março de 2013
Azul tintol.
Existir.
Nosso dia não muda e a hora
não passa, não há nada para fazer.
Você chega em casa, sua fome
incomoda e você, obviamente, vai comer.
Comer é um ato de reflexão, logo,
do seu dia começará a se arrepender.
Toma um banho de gato, daqueles bem fajutos.
Espanta o corpo mole, vai p'ros braços de Morfeu.
Já reparou que a noite, sempre a noite,
a fome é de morrer?
Acabastes com tudo, comeu todo o mundo
e ainda queres emagrecer?
Espreguiça o corpo feito cachorro,
amacia a cama, tira o lençol.
Espicha a alma e agora?
Só falta o sono comparecer.
Para o seu desespero, não prega nenhum olho,
repensa tudo de novo:
"O que deixei de fazer?"
Um piscada durante o dia
é uma eterna agonia,
a noite terás sorte se tiveres
a capacidade de perceber.
Nessa cabeça oca passa o povo,
passa o trabalho,
passa o estouro do meu cartão que vai vencer!
Passa o dinheiro da marmita,
passa a escola da minha filha,
a pensão da diaba da mulher!
Ai, meu Deus!
Passa de tudo, quase tudo mesmo, mas,
meu Deus, eu não mereço
além de desgosto, não dormir.
Pobre já não tem regalia,
sofre e é calado,
sem direito a apatia.
Nem dormir?
Proclamarei essa lei.
Outrora estaria em sono profundo,
mas vejo a tênue linha da cor do mundo,
a cor da manhã azul tintol.
Mais um dia,
em plena luz do dia,
literalmente dia.
Nosso dia não muda e a hora
não passa, não há nada para fazer.
Você chega em casa, sua fome
incomoda e você, obviamente, vai comer.
Comer é um ato de reflexão, logo,
do seu dia começará a se arrepender.
Toma um banho de gato, daqueles bem fajutos.
Espanta o corpo mole, vai p'ros braços de Morfeu.
Já reparou que a noite, sempre a noite,
a fome é de morrer?
Acabastes com tudo, comeu todo o mundo
e ainda queres emagrecer?
Espreguiça o corpo feito cachorro,
amacia a cama, tira o lençol.
Espicha a alma e agora?
Só falta o sono comparecer.
Para o seu desespero, não prega nenhum olho,
repensa tudo de novo:
"O que deixei de fazer?"
Um piscada durante o dia
é uma eterna agonia,
a noite terás sorte se tiveres
a capacidade de perceber.
Nessa cabeça oca passa o povo,
passa o trabalho,
passa o estouro do meu cartão que vai vencer!
Passa o dinheiro da marmita,
passa a escola da minha filha,
a pensão da diaba da mulher!
Ai, meu Deus!
Passa de tudo, quase tudo mesmo, mas,
meu Deus, eu não mereço
além de desgosto, não dormir.
Pobre já não tem regalia,
sofre e é calado,
sem direito a apatia.
Nem dormir?
Proclamarei essa lei.
Outrora estaria em sono profundo,
mas vejo a tênue linha da cor do mundo,
a cor da manhã azul tintol.
Mais um dia,
em plena luz do dia,
literalmente dia.
terça-feira, 24 de abril de 2012
Imprescindível.
Tenho para mim que é tempo de mudança.
No singular, claro.
Pois mais de uma por vez assusta...
No singular, claro.
Pois mais de uma por vez assusta...
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Conju(L)gado.
Como o mundo revira. (?)
Como a paciência expira. (?)
Eu, você, nós.
O cansaço é mútuo.
Tu cansas.
Ele cansa.
Eu cansei.
NALIER, Nayara.
Como a paciência expira. (?)
Eu, você, nós.
O cansaço é mútuo.
Tu cansas.
Ele cansa.
Eu cansei.
NALIER, Nayara.
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
O velho.
Não estarás sempre comigo,
mas levar-te-ei encalacrada à mim, sim.
Não estarei sempre por perto,
mas serei sempre sombra e abrigo.
O velho é bom, tratando-se de amigo.
NALIER, Nayara.
mas levar-te-ei encalacrada à mim, sim.
Não estarei sempre por perto,
mas serei sempre sombra e abrigo.
O velho é bom, tratando-se de amigo.
NALIER, Nayara.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Ensamblado.
Desse jeito desajeitado,
eu tento me ajeitar
Acostumam-se uns poucos,
outros tontos, meros pontos
à sós no meio de nós
É o natural
No meu mundo três é quatro
e cinco é divisível por dois.
NALIER, Nayara.
eu tento me ajeitar
Acostumam-se uns poucos,
outros tontos, meros pontos
à sós no meio de nós
É o natural
No meu mundo três é quatro
e cinco é divisível por dois.
NALIER, Nayara.
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Paradoxo analógico.
" Un navegante atrevido
Salió de Palos un día
Iba con tres carabelas
La Pinta, la Niña y la Santa María... "
Alguero e Moreo.
Cuidado com La Pinta, Niña! Minha Santa Maria!
Salió de Palos un día
Iba con tres carabelas
La Pinta, la Niña y la Santa María... "
Alguero e Moreo.
Cuidado com La Pinta, Niña! Minha Santa Maria!
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Ela (não) sabe.
É perceptível, revoltante.
Hoje ela precisa de você, amanhã não mais. Mas o ser humano é altruísta(?), faz por bem, para o bem. Mesmo porque ela sabe que, independente da adversidade, você, grande condiscípulo da vida, estará sempre ali, por lá, em qualquer lugar...
mas até o maior dos pacientes uma hora cansa, isso ela não sabe.
NALIER, Nayara.
Hoje ela precisa de você, amanhã não mais. Mas o ser humano é altruísta(?), faz por bem, para o bem. Mesmo porque ela sabe que, independente da adversidade, você, grande condiscípulo da vida, estará sempre ali, por lá, em qualquer lugar...
mas até o maior dos pacientes uma hora cansa, isso ela não sabe.
NALIER, Nayara.
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Paciência.
Paciência
Virtude
Moral
Conduta
Comportamento
Reação
Alteração
Diferença
Desavença
Discórdia
Luta?
Paciência
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
"Prole Fera"
Olá, pessoas!
Fico impressionada com a riqueza musical do nosso grande Brasil. Quanto mais eu procuro, mais maravilhas eu encontro por aí (nem sempre).
A internet! O que muitos consideram um desperdício de tempo, um vício incansável, uma turbulência de informações, eu utilizo para o mais complexo e delicioso fim: música! Nela você encontra uma fonte inesgotável de grandes compositores: sejam letristas, arranjadores, os dois, vice-versa etc.
No "toca aí" de hoje quero compartilhar com vocês uma, como ele mesmo diz, "dilíça" de som. Trata-se de Tiago Gasta, rapaz talentoso que ganha a vida levando seu conhecimento e sensibilidade BRASILia a fora!
Entrem no myspace do Tiago Gasta, visitem e usufruam do seu trabalho do momento: "Prole Fera".
Tiago, agiliza esse cd.
Clicou? Toca aí!
Fico impressionada com a riqueza musical do nosso grande Brasil. Quanto mais eu procuro, mais maravilhas eu encontro por aí (nem sempre).
A internet! O que muitos consideram um desperdício de tempo, um vício incansável, uma turbulência de informações, eu utilizo para o mais complexo e delicioso fim: música! Nela você encontra uma fonte inesgotável de grandes compositores: sejam letristas, arranjadores, os dois, vice-versa etc.
No "toca aí" de hoje quero compartilhar com vocês uma, como ele mesmo diz, "dilíça" de som. Trata-se de Tiago Gasta, rapaz talentoso que ganha a vida levando seu conhecimento e sensibilidade BRASILia a fora!
Entrem no myspace do Tiago Gasta, visitem e usufruam do seu trabalho do momento: "Prole Fera".
Tiago, agiliza esse cd.
Clicou? Toca aí!
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Nem tudo.
Nem tudo que queima é fogo
Nem tudo que arde é pimenta
Nem tudo que sinto é verdade
Nem tudo que teimo é de crença
NALIER, Nayara.
Nem tudo que arde é pimenta
Nem tudo que sinto é verdade
Nem tudo que teimo é de crença
NALIER, Nayara.
domingo, 21 de agosto de 2011
O medo.
Eu quero uma noite de grandes sonos
Sem muitos sonhos
Sem despertar
E que meu dia comece de maneira natural
Ininterrupta calma
Sentir a pálpebra descerrar
como um milênio a passar
Saldar a serra ao Norte
Festejar o iluminado ao Leste
Saber esperar, rumo ao Sul
Com tantas cautelas
estiro as mãos sobre a janela
Anseio o vento passar
Ele é a percepção de que estou vivo
Tudo foi um breve devaneio
O medo, ah, o medo! É sempre inconsciente
Talvez seja de nunca acordar.
NALIER, Nayara.
Sem muitos sonhos
Sem despertar
E que meu dia comece de maneira natural
Ininterrupta calma
Sentir a pálpebra descerrar
como um milênio a passar
Saldar a serra ao Norte
Festejar o iluminado ao Leste
Saber esperar, rumo ao Sul
Com tantas cautelas
estiro as mãos sobre a janela
Anseio o vento passar
Ele é a percepção de que estou vivo
Tudo foi um breve devaneio
O medo, ah, o medo! É sempre inconsciente
Talvez seja de nunca acordar.
NALIER, Nayara.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Meu.
Articulando meus pensamentos
Até deveria dividir
Admito o egoísmo
Mas o sentimento é meu: "pessoal e intransferível".
NALIER, Nayara.
Até deveria dividir
Admito o egoísmo
Mas o sentimento é meu: "pessoal e intransferível".
NALIER, Nayara.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Insensível.
Tu que és amado
Arrebata de mim tamanho descuido de vontade
Pois mais cedo ou mais tarde
Serei obrigado a aprender...
NALIER, Nayara.
Arrebata de mim tamanho descuido de vontade
Pois mais cedo ou mais tarde
Serei obrigado a aprender...
NALIER, Nayara.
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Breve.
A cada dia que se passa a (in)descoberta
do autoconhecimento paralisa o seu estado normal.
Quando abrimos portas (nossas portas)
para determinados cidadãos
qualquer consequência, de maneira óbvia,
será sua, exatamente sua,
e você não precisa ser um gênio da psicologia
e lógica para ter conhecimento disso.
O que dali irá surgir, se irá surgir,
marcará para o bem e para o mal idem.
Covardia não informar de caráter humano que é
findo o gracejo e que, até a vontade de devanear,
tornou-se uma preguiça escancarada.
Você luta, reluta. Torna-se lexicográfico desde maledicências
até o mais fino campo semântico da delicadeza.
Pobres daqueles que passam pelos seus pensamentos
(o que assusta é a mente humana, sua capacidade de
raciocínio e de associar o "nada a ver" com o "nada consta").
O quanto ela pode criar e destruir
em parcelas de segundos.
Acontece que o julgamento alheio é desprovido,
por mais que haja interesse, de conhecimento da situação.
Todos agem da mesma forma: sabem,
porém é trabalhoso cupular a situação. Quem não quer falar,
quando quiser fala. Se quiser falar: "estarei sempre aqui".
Se não quiser? Que diferença faz? Preocupam-se,
mas qualquer nota da TV, qualquer notícia aleatória é
distração na certa e a proporcional mudança
de assunto mental e proferidor será o ápice.
É muito fácil cobrar sem olhar para trás.
É mais fácil ainda fazer-se de vítima aproveitando-se
da má situação do próximo.
Parabéns, isso faz com que ele se sinta pior ainda.
Mas sempre há um que finge auxiliar e outro que acredita.
Sempre há um que magoa de verdade e outro que perdoa.
Sempre há um que arrastá-se e outro que pisa.
E quando isso inverte?
Uns vão, outros vem. A vida em si é efêmera.
O texto é efêmero, mas a percepção vigora.
Não cobre do outro o que você mesmo é incapaz de fazer.
Os de ontem não são mais os de hoje,
os de hoje nunca foram os de ontem
e os de amanhã eu nem quero imaginar.
Por fim, era apenas a minha vontade de
dar bom dia e beijo no rosto de quem merece.
NALIER, Nayara.
do autoconhecimento paralisa o seu estado normal.
Quando abrimos portas (nossas portas)
para determinados cidadãos
qualquer consequência, de maneira óbvia,
será sua, exatamente sua,
e você não precisa ser um gênio da psicologia
e lógica para ter conhecimento disso.
O que dali irá surgir, se irá surgir,
marcará para o bem e para o mal idem.
Covardia não informar de caráter humano que é
findo o gracejo e que, até a vontade de devanear,
tornou-se uma preguiça escancarada.
Você luta, reluta. Torna-se lexicográfico desde maledicências
até o mais fino campo semântico da delicadeza.
Pobres daqueles que passam pelos seus pensamentos
(o que assusta é a mente humana, sua capacidade de
raciocínio e de associar o "nada a ver" com o "nada consta").
O quanto ela pode criar e destruir
em parcelas de segundos.
Acontece que o julgamento alheio é desprovido,
por mais que haja interesse, de conhecimento da situação.
Todos agem da mesma forma: sabem,
porém é trabalhoso cupular a situação. Quem não quer falar,
quando quiser fala. Se quiser falar: "estarei sempre aqui".
Se não quiser? Que diferença faz? Preocupam-se,
mas qualquer nota da TV, qualquer notícia aleatória é
distração na certa e a proporcional mudança
de assunto mental e proferidor será o ápice.
É muito fácil cobrar sem olhar para trás.
É mais fácil ainda fazer-se de vítima aproveitando-se
da má situação do próximo.
Parabéns, isso faz com que ele se sinta pior ainda.
Mas sempre há um que finge auxiliar e outro que acredita.
Sempre há um que magoa de verdade e outro que perdoa.
Sempre há um que arrastá-se e outro que pisa.
E quando isso inverte?
Uns vão, outros vem. A vida em si é efêmera.
O texto é efêmero, mas a percepção vigora.
Não cobre do outro o que você mesmo é incapaz de fazer.
Os de ontem não são mais os de hoje,
os de hoje nunca foram os de ontem
e os de amanhã eu nem quero imaginar.
Por fim, era apenas a minha vontade de
dar bom dia e beijo no rosto de quem merece.
NALIER, Nayara.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Ma.
Toda mulher tem uma fama.
Seja ela na cama.
Ou criadora de uma trama.
Mulheres são dramas?
Nem sempre, tire do seu olho a escama.
Toda mulher ama.
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Por fim.
Creio que a parte efêmera da vida é a que demora mais para passar.
Porque nela você reserva toda a sua expectativa, aplica o seu tempo e, por fim, nem sempre é como gostaríamos que fosse.
Incansavelmente você procura, pensa e até, sinergicamente, faz algum sentido. Mas por fim? Nem é aquilo tudo que você busca.
Engraçado que quase ninguém pára no tempo, coloca a mão no passado e vê como o crescimento foi enorme. Todo mundo sempre quer mais e mais, e por fim? Sempre fica com o de menos.
Mas o que é vida para você?
Uma palavra? Um dom? Um karma? A religião explica, a ciência também, o Senhor sábio da cidadezinha que você nasceu explica como ninguém, mas por fim? Não é nada disso que você presencia.
Aliás, eu não quero dizer isso que você pensa que eu disse. Por fim? É o fim do começo de um breve final chamado vida.
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
“Voilà”
Olá, pessoas!
Ultimamente estou apaixonada por uma voz nem um pouco comum, trata-se de Rhaissa Bittar. Estilo atípico, forte influência do samba com mixagens do folk e levada circense, não tem como não se apaixonar! A voz de moleca e as letras detalhadamente elaboradas formam o cd de lançamento “Voilà” e eu, particularmente, adoro “Chilique Chique” e “Pombo Correto”, porem indico TODO o trabalho de estúdio. Entra no my space da garota e sente do que eu estou falando! http://www.myspace.com/rhaissabittar
Clicou? Toca aí!
Ultimamente estou apaixonada por uma voz nem um pouco comum, trata-se de Rhaissa Bittar. Estilo atípico, forte influência do samba com mixagens do folk e levada circense, não tem como não se apaixonar! A voz de moleca e as letras detalhadamente elaboradas formam o cd de lançamento “Voilà” e eu, particularmente, adoro “Chilique Chique” e “Pombo Correto”, porem indico TODO o trabalho de estúdio. Entra no my space da garota e sente do que eu estou falando! http://www.myspace.com/rhaissabittar
Clicou? Toca aí!
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
sábado, 1 de janeiro de 2011
A idade chega para todos.
Não tenho mais a animação de antes.
Não vejo graça nas coisas como antes.
Não me preocupo com certas situações como antes.
Não faço questão de pessoas e lugares quais eu fazia antes.
Não me importo com o que os outros vão pensar como antes.
Não tenho ingenuidade como antes, ainda bem...
Um copo de bebida já não é mais por socialização, é para reflexão.
Um cigarro tornou-se o companheiro, não a revolta.
É tempo de cuidar e não só cultivar.
É! O que eu via os outros passarem, passa por mim agora.
É difícil de aceitar e, até mesmo, acreditar, mas eu cresci...
todos cresceram e eu estou achando o máximo.
Não vejo graça nas coisas como antes.
Não me preocupo com certas situações como antes.
Não faço questão de pessoas e lugares quais eu fazia antes.
Não me importo com o que os outros vão pensar como antes.
Não tenho ingenuidade como antes, ainda bem...
Um copo de bebida já não é mais por socialização, é para reflexão.
Um cigarro tornou-se o companheiro, não a revolta.
É tempo de cuidar e não só cultivar.
É! O que eu via os outros passarem, passa por mim agora.
É difícil de aceitar e, até mesmo, acreditar, mas eu cresci...
todos cresceram e eu estou achando o máximo.
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