Pensamentos Efêmeros - Agora sim. Agora não.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Ela (não) sabe.

É perceptível, revoltante.

Hoje ela precisa de você, amanhã não mais. Mas o ser humano é altruísta(?), faz por bem, para o bem. Mesmo porque ela sabe que, independente da adversidade, você, grande condiscípulo da vida, estará sempre ali, por lá, em qualquer lugar...

mas até o maior dos pacientes uma hora cansa, isso ela não sabe.

NALIER, Nayara.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Paciência.

                  Paciência
                     Virtude
                        Moral
                           Conduta
                              Comportamento
                                 Reação
                              Alteração
                            Diferença
                         Desavença
                       Discórdia
                     Luta?
                          Paciência

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

"Prole Fera"

Olá, pessoas!

Fico impressionada com a riqueza musical do nosso grande Brasil. Quanto mais eu procuro, mais maravilhas eu encontro por aí (nem sempre).
A internet! O que muitos consideram um desperdício de tempo, um vício incansável, uma turbulência de informações, eu utilizo para o mais complexo e delicioso fim: música! Nela você encontra uma fonte inesgotável de grandes compositores: sejam letristas, arranjadores, os dois, vice-versa etc.
No "toca aí" de hoje quero compartilhar com vocês uma, como ele mesmo diz, "dilíça" de som. Trata-se de Tiago Gasta, rapaz talentoso que ganha a vida levando seu conhecimento e sensibilidade BRASILia a fora!

Entrem no myspace do Tiago Gasta, visitem e usufruam do seu trabalho do momento: "Prole Fera".

Tiago, agiliza esse cd.


Clicou? Toca aí!

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Nem tudo.

Nem tudo que queima é fogo
Nem tudo que arde é pimenta
Nem tudo que sinto é verdade
Nem tudo que teimo é de crença

NALIER, Nayara.

domingo, 21 de agosto de 2011

O medo.

Eu quero uma noite de grandes sonos
Sem muitos sonhos
Sem despertar

E que meu dia comece de maneira natural
Ininterrupta calma
Sentir a pálpebra descerrar
como um milênio a passar

Saldar a serra ao Norte
Festejar o iluminado ao Leste
Saber esperar, rumo ao Sul

Com tantas cautelas
estiro as mãos sobre a janela
Anseio o vento passar

Ele é a percepção de que estou vivo
Tudo foi um breve devaneio
O medo, ah, o medo! É sempre inconsciente
Talvez seja de nunca acordar.

NALIER, Nayara.